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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Avenida Q - Volta a SP! Não Perca!

Lembra que sempre que falo da minha condição de formada em Letras, coloco uma musiquinha animada de um personagem que passa pelo mesmo que eu? ( )
O último post está aqui.
Então, agora é a sua chance de conhecer esta linda e emocionante história este musical politicamente incorreto, com altas doses de humor negro, preconceito e piadinhas que fariam nossas mães enrubescerem.
Apesar de ser musical, não é cansativo, o cenário muda (um pouco) e os personagens são divertidíssimos, desde os bonecos, aos persoganes humanos que interagem.

Eles estão em SP e em curta temporada! Quero muito reassistir e cantar as musiquinhas, todo mundo é um pouco racistas, na merda que eu tô, etc. 



Release:

Avenida Q é um retrato irreverente e politicamente incorreto da sociedade contemporânea. Apesar de apresentar no palco a interação entre bonecos e atores, o espetáculo é indicado para maiores de 14 anos por discutir temas atuais, como a descoberta do sexo e do amor, a homossexualidade, o desemprego, a navegação na Internet, especialmente em busca de pornografia, entre outros.
O personagem principal desta história é Princeton, um jovem recém-formado, que tem pouco dinheiro e muitos sonhos. Ele acaba indo morar na Avenida Q, endereço onde consegue pagar o aluguel, local onde encontra vizinhos receptivos: o casal de noivos Brian e JapaNeuza (ele desempregado e com sonho de ser comediante e ela uma psicóloga que não tem pacientes), Nick e Rod (companheiros de quarto, sendo que Rod guarda um grande segredo pessoal), Trekkie (um monstro viciado em internet), Katie (uma linda professora-assistente do jardim de infância) e o zelador Gary (Gary Colleman, um menino que fez sucesso na TV).
Anna Thereza de Almeida redator(a) 

INFORMAÇÕES DO EVENTO

  • Data(s): De 6 de julho a 25 de agosto de 2013
  • Horário(s): Quartas e quinta, às 21h; Sábados e domingos, às 16h
  • Preço(s): R$40
  • Onde: Teatro Sérgio Cardoso
    RUA Rui Barbosa, 153 - Bela Vista


quinta-feira, 21 de março de 2013

Rei Leão - Musical da Broadway em SP

Eu não posso pensar em Rei Leão que começo a chorar, sério, é minha animação preferida da Disney, sei as músicas em inglês e em português, assisti à fita milhões de vezes, até estragar, e na Disney, vi o show do Animal Kingdom várias vezes, aos 13, 21 e 27 anos, fato, sempre me emociono, onde chega a perfeição dos artistas, não é mesmo?



E agora podemos assistir aqui, em um montagem super interessante, colorida e com nossos artistas, aqui em São Paulo, no Teatro Renault: (Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 411 - Bela Vista - São Paulo (SP).
Adorei as curiosidades que a fanpage da T4F trouxe:


A técnica utilizada para criar os personagens de O Rei Leão se baseia no Bunraku, uma forma de teatro japonês do séc. XVI, isso pode ser visto claramente no positivo e engraçado Timão.
( Bunraku é um tipo de teatro com bonecos que teve origem em Ôsaka em 1684, tem música e interpretação dos atores, o boneco não é manipulado por cordas como as marionetes, geralmente fala de histórias trágicas de amor, lendas de heróis ou histórias populares, quase como a narrativa do nosso querido leão!) 


O musical O Rei Leão inclui elementos fortes da África, o que significa ritmos corporais e movimentos precisos, elementos principais do movimento usado nas culturas africanas que estão perto da terra e da natureza. Requer danças fantásticas, padrões incomuns e a evolução das formas. Algumas formas estão relacionadas com a base africana do musical e outras são simplesmente mágicas


O nosso O Rei Leão: a versão brasileira traz Gilberto Gil como autor das canções do musical e tradução do script assinada por Rachel Ripani.

 E olha que lindo um pouquinho do making of das roupas.
Para maiores informações http://www.oreileaoomusical.com.br/, 
Logo logo terei mais novidades e fotos! Começa semana que vem!





segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Como é bom ir ao Teatro (e quer ser entrevistado?)

Semana passada foi uma correria de verdade, cobri as férias da minha amiga a noite e trabalhei durante o dia. Foi divertido dar todas aquelas aulas, mas na quinta-feira eu queriar morrer, só chegar em casa e desmaiar na cama. Curioso, quando estou muito cansada fico muito deprimida.
O feriado de finados foi muito bem colocado na sexta-feira, eu não aguentaria acordar mais um dia às 5:50. Então essa semana será complicada!
Sexta fui à Zombie Walk com os amigos, reencontrei um contato do meu Facebook que eu tinha deletado naquela leva e que me adicionou novamente (agora com sentido).
E sábado mais algumas aulas, fui zombie, de verdade, trabalhar! Então encontrei minha roomate para passear na Av. Paulista (está ai um programa que nunca faço...#not), fomos ao Sesi para visitar a expo, gratuita, "Observadores -fotógrafos da cena britânica desde 1930 até hoje”. É um panorama que representa a cultura, costume e vestimentas desses anos.
Adorei as fotos da Vogue e as das crianças, desde sempre estilosas, há fotos também de skinheads e de mulheres esnobemente ricas.





Continuamos nosso tour pela Augusta lado jardins, fomos à loja Coleciona, galeria Ouro Fino e Orcar Freire para ver como a Galeria Melissa está. A parceria com a Lego rendeu uma escada colorida, e enquanto passávamos pela rua vi uma equipe filmando algo em japonês, de modo descontraído o auxiliar começou a me fazer algumas perguntas em japonês e eu arranhei um pouco, mas até que saiu! Quando percebi estavam me filmando e morri de vergonha, só conseguindo falar como uma criança de 2 anos! É a segunda vez este ano que passo por essa rua e sou entrevistada, o fato é, quer aparecer na Tv, vá à Oscar Freire.


Para terminar encontrei a minha maior companhia dos últimos tempos, amiga de CS, para uma cerveja no Carniceria e teatro, antes de falar da peça, preciso fazer um parênteses. Z Carniceria é um "bar exótico" na Augusta lado centro que foi o primeiro açougue e matador daquela rua. O dono do bar deixou as decorações do estabelecimento original então vemos ganchos, facas e outros apetrechos pendurados. Tirando a caixa registradora, que é uma gracinha, os itens me deram frio na espinha e um pouco de vontade de chorar, sou dessas que curte zombie e sangue, mas se comove ao falar de bichinhos. Então não é o lugar para vegetarianos e etc.Eles contam que possuem outros objetos históricos e que estão preservando a vida do lugar, mas ainda assim é esquisito para mim. Além disso a long neck tem preço de 600 ml e vocês sabem que sou mão-de-vacOOPS.



E fomos ao Teatro Augusta assistir à penúltima encenação de Música Para Cortar os Pulsos, minha amiga estava com medo de sair querendo fazer o que dizia o título, e eu estava com um pouco de medo também, o mundo anda com uma energia meio negativa, mas foi o contrário disso, a peça fala daquilo que todos já passamos, encontros e desencontros amorosos e eu fiquei profundamente apaixonada pela Marisol Ribeiro, já era desde a infância quando seu email era Skuldemperigo@ ..., mas agora me encantei! Que linda! Não conhecia o Victor Mendes, mas adorei e ver o Fábio Lucindo atuando é como ver um amigo antigo contando suas histórias, desde os 15 anos o encontro em eventos de anime, ai no cursinho, depois na faculdade de Letras... Eu gostei muito da peça, pena que vi no último fim de semana, se não ia obrigar meus amigos à irem.
E prometi que vou tentar assistir à uma peça por mês.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Cartas de Amor

Este post ia falar sobre o espetáculo que assisti ontem no CCBB SP, Cartas de Amor- Electropoprockoperamusical, com Dedina Bernadelli, Felipe Storino, Fernando Alves Pinto e Flávio Graff.
Ia ser porque sai de lá apaixonada, pelas músicas, pelos atores e principalmente pela ideia: o roteiro foi criado a partir de histórias encontradas em cartas de amor adquiridas em feiras de antiguidade e arquivos pessoais dos envolvidos no processo de montagem, justapondo memórias e procurando o sentido do amor.
Mas ai tive a ideia de pegar as minhas cartas e ver se alguma se encaixava, surpresa, achei carta de fim de relacionamento, amor a distância (este danado), e o amor que meus amigos, sempre queridos, mandavam.


Muita coisa especial, tentei colocar quase todas na foto.

É bom a gente reler as cartas de amor (emails também) porque elas lembram muito o que já fomos para alguém e é importante saber a percepção da outra pessoa sobre nós. Mesmo que a gente não acredite nisso.
Todas foram muito importantes e alimentaram minhas esperanças e sonhos, é fato que tive grandes desilusões e fiz algumas escolhas idiotas, mas acontece, todo mundo já se decepcionou, o que não dá é para esquecer este sentimento delicioso de gostar de alguém...

"(...) Eu vou andar por algumas estradas lotadas e algumas vazias e vou pensar em você até o dia em que
nos reencontrarmos."


Cartas de Amor – Electropoprockoperamusical

11 Jan a 2 Fev
Local: Teatro | CCBB SP 
Horário: Quartas e quintas, às 19h e às 21h 
 
Cartas de Amor - Electropoprockoperamusical se debruça sobre o tema das possibilidades, num espetáculo electropoprockoperamusical onde as 14 narrativas musicais foram inspiradas na estética dos videoclipes, do cinema e das artes visuais, criando em um espaço cênico de múltiplas imagens as experiências afetivas de desencontros e reencontros de homens e mulheres na busca de estados transcendentes do amor. 

Roteiro, letras e direção de Flavio Graff. 

No elenco: Dedina Bernardelli, Felipe Storino, Fernando Alves Pinto e Flavio Graff.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Welcome to USA and don't forget my tip


Estou amando a cidade, realmente é bonita e tem mágica no ar. Mas me sinto assediada por mendigos bem vestidos. Você tem que pagar por tudo, mais impostos e gorjetas.
Além disso te pedem dinheiro direto pelas ruas, reflexo da modernidade, globalização e crise ( por favor guarde seus comentários de pseudoesquerda para si).
Hoje fui assistir a um espetáculo (off)broadway, incrível, Avenue Q é o nome, e vale a pena mesmo, comprei os ingressos na ultima hora e saiu 59 US$ com o imposto e taxa de (in)conveniencia. Os atores são maravilhosos, fiquei doida pra parabenizá-los e tirar uma foto. Essa é a parte mais engracada: na entrada do teatro tinha um assistente segurando um globo de vidro com trocados, achei curioso, mas não prestei atenção. Durante a peça os personagens pedem dinheiro e passam chapéus para a audiência, alguns contribuiram, mas a maioria ficou confusa. E ao final um dos atores explica o porquê do dinheiro, estão juntanto para pagar exames médicos para pessoas que não tem dinheiro, infelizmente o país da liberdade é também o país de quem tem dinheiro para pagar convênio ou médico particular, ponto para o Brasil, achei uma iniciativa linda, ai o ator completou, quem pagasse 150 doletas faria um tour pelo backstage, uma familia se propôs a pagar.
 E na saida lá estavam os talentosos atores segurando baldes para as doações e berrando, 20 dólares para tirar uma foto com um dos bonecos. Eu não dei dinheiro, mas fui parabenizar uma das atrizes, ela nem olhou na minha cara. Ai refleti, tudo bem que eles estão perdendo o tempo para arrecadar dinheiro, mas aceitar um elogio também é bom.
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