Com cadeiras acolchoadas, ar condicionado potente, máquinas automáticas de café, empregadas em uniforme fetichista (vestido com avental de babado), senhas, atendentes simpáticos, mas não é para você.
Ao menos que você seja um cliente premier, personalité, prime, etc, o que não é o meu caso! Nem de grande parte da população, nós temos que ir aos bancos populares, onde temos que aguardar em pé, em uma grande fila enquanto UM operador de caixa nos atende, veja bem, são de três a cinco caixas, mas só uma pessoa trabalha, as outras que deveriam estar lá, foram almoçar, estão contando dinheiro no cofre - fico imaginando os olhos tilintando de ganância, ou não - ou estão resolvendo a questão de algum malote de mais de cinco cifras.
Basta ter dinheiro para ser tratado diferente, não importa se você é um bronco, tenha um cartão dourado, ou especial, que as coisas facilitam para você! Esperar uma hora para ser atendido? Imagine, os gerentes mais caros são também mais rápidos, eficientes e simpáticos. Talvez seja o ar condicionado potente, ou a máquina de café!
Há questão é: para resolver o mesmo problema fui a duas agências de um grande banco internacional, banco com poucas agências, no primeiro dia escolhi arriscar ir à agência de bairro, pequena, apertada, fila de meia hora, para depositar em uma conta, mas como tinha que ser na cotação do dia, a caixa não pode me ajudar, fui perguntar à gerente, nenhuma delas poderia me ajudar, a única, responsável pelas cotações, era também encarregada de contar o dinheiro que acabara de chegar!
"Aguarde um minutinho que ela já vem."
Uma hora depois, quase atrasada para minha aula, fiquei cansada de aguardar e fui embora prometendo voltar no dia seguinte. Minha mãe que me acordou, por que eu não ia à uma agência na civilização, tipo avenida paulista? Procurei no google e a agência mais perto do começo da avenida era uma dessas agências de gente rica, no google isso não falou e eu estava com pressa, então entrei, de tênis surrado, saia jeans e blusinha descorada, claro que me senti desconfortável entre as senhoras hipermaquiadas e os estrangeiros meio simpáticos demais, só que quem iria saber que não sou daquele mundo?
A atendente ao perguntar: "Você vai pagar com o seu cartão extra luxo?"
Fiz uma cara blasé e respondi que não, que já havia sacado o dinheiro, pois achava que seria mais rápido.
A gerente fez a cotação para mim, orientou-me e pegou uma senha para o meu atendimento, aguardei sentada, em cadeira acolchoada, e em cinco minutos consegui pagar e sair do mundo onde os problemas são mais facilmente resolvidos, sem estresse e à temperatura agradável!
Mostrando postagens com marcador dinheiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dinheiro. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 28 de março de 2012
terça-feira, 28 de junho de 2011
Avião com ou sem emoção?
Aqui começa a minha saga para visitar a capital do país do Tango, prepare-se para uma descrição bem humorada, politicamente neutra e com foco em outros detalhes. A aventura já começa com um sentimento no mínimo ruim, O Quase, porque nós quase perdemos o voo saindo de São Paulo. Na hora o desespero, atravessamos os corredores parecendo três loucas, depois da descarga de adrenalina uma sensação de "sofoda".
Saímos da Paulista às 20h, quase 4 horas antes do embarque pois era Final da Libertadores no Pacaembu (com vitória do Santos sobre o Peñarol) e véspera de feriado na cidade que conquista recordes de 180 e muitos Km de congestionamento. E por mais incrível que isso possa parecer, demoramos menos de 1 hora para chegar em Guarulhos.
Check in feito era hora de fuçar no Free Shop, tinhamos quase 1 h, dava tempo de se perder lá, faltando 15 minutos sentamos em frente ao portão 2, o indicado em nossa passagem, bastante gente sentada, mas não reconheci ninguém da fila, não havia um mullet se quer! "gente, cadê as pessoas da fila?" comecei a ficar desesperada, faltava pouco tempo, era impossível que todos estivessem comprando ainda.
Olhei na televisão e tinham mudado o portão, agora era o 14, do outro lado! Corremos desesperadas, a aeromoça, argentina então vocês já podem imaginar a cara "bonita" que ela nos fez, gritava nossos nomes. Continuamos correndo até o avião e o comissário resmungou "estaban no fri tshop!"
Disfarçamos e sentamos para um voo super turbulento, liguei a minha playtist Hard e curti a possibilidade - remota - de me sentir como no Lost.
Chegamos as 3h da manhã no aeroporto de Ezeiza, cidade à 40km de Buenos Aires, quase tudo está aberto, enquanto fuçávamos o Free shop (de novo) os educados atendentes desligaram as luzes da loja, para fechá-la! Era mais fácil avisar pelo microfone!
Fomos trocar dinheiro no Banco de La Nácion, a cotação estava 1 REAL = 2,42 pesos (escrevi Real em maiúscula pois me senti RYCAH lá!). Não trocamos muito, pois o táxi e o Hostel aceitam nosso lindo dinheirinho.
Contratamos um táxi de guichê, pois é mais seguro que pegar na rua e dividimos com mais um menino, eram duas paradas, por isso 180 Pesos, quando compramos o voo era para descer em Aeropark, que dava no máximo 40 pesos, 10 para cada, mas fazer o quê né?
Fomos para o Hostel Milhouse Avenue, fica na Av. de Mayo (que eles falam "masho" descobrimos depois), perto da 9 de Julio (que eles fala "chulio"), á esquerda o Obelisco e à direita a Casa Rosada, ou algo assim, sou péssima de localização, não sei como não me perdi!
Ficar no centro tem as suas vantagens, pegamos pouco táxi, ônibus só para La Boca e os parques de Palermo, mas outros pontos turísticos fizemos a pé, o camiñando...rs
Mas também tem desvantagens como: um café meia boca = 19 pesos, roupas caras (a Florida é bem carinha, meio que me decepcionei), mendigos e trombadinhas (pensou que isso era um diferencial brasileiro?), trânsito caótico, vimos acidente e quase fomos atropeladas, e poluição, gente não existe fiscalização de carro lá?
Nossos amigos americanos, que estavam há um mês em Santiago, disseram que o ar lá é ainda mais poluído, e a gente reclamando de São Paulo!
O voo da volta foi tranquilo e rápido, eu acho...Porque eu desmaiei de cansaço!
Fotinho de um prédio da cidade, simpático demais e olha a bandeira! Bem que no Brasil poderíamos usar mais nossos símbolos e nos orgulhar de nosso país, ele é ruim má tá bão viu!
Saímos da Paulista às 20h, quase 4 horas antes do embarque pois era Final da Libertadores no Pacaembu (com vitória do Santos sobre o Peñarol) e véspera de feriado na cidade que conquista recordes de 180 e muitos Km de congestionamento. E por mais incrível que isso possa parecer, demoramos menos de 1 hora para chegar em Guarulhos.
Check in feito era hora de fuçar no Free Shop, tinhamos quase 1 h, dava tempo de se perder lá, faltando 15 minutos sentamos em frente ao portão 2, o indicado em nossa passagem, bastante gente sentada, mas não reconheci ninguém da fila, não havia um mullet se quer! "gente, cadê as pessoas da fila?" comecei a ficar desesperada, faltava pouco tempo, era impossível que todos estivessem comprando ainda.
Olhei na televisão e tinham mudado o portão, agora era o 14, do outro lado! Corremos desesperadas, a aeromoça, argentina então vocês já podem imaginar a cara "bonita" que ela nos fez, gritava nossos nomes. Continuamos correndo até o avião e o comissário resmungou "estaban no fri tshop!"
Disfarçamos e sentamos para um voo super turbulento, liguei a minha playtist Hard e curti a possibilidade - remota - de me sentir como no Lost.
Chegamos as 3h da manhã no aeroporto de Ezeiza, cidade à 40km de Buenos Aires, quase tudo está aberto, enquanto fuçávamos o Free shop (de novo) os educados atendentes desligaram as luzes da loja, para fechá-la! Era mais fácil avisar pelo microfone!
Fomos trocar dinheiro no Banco de La Nácion, a cotação estava 1 REAL = 2,42 pesos (escrevi Real em maiúscula pois me senti RYCAH lá!). Não trocamos muito, pois o táxi e o Hostel aceitam nosso lindo dinheirinho.
Contratamos um táxi de guichê, pois é mais seguro que pegar na rua e dividimos com mais um menino, eram duas paradas, por isso 180 Pesos, quando compramos o voo era para descer em Aeropark, que dava no máximo 40 pesos, 10 para cada, mas fazer o quê né?
Fomos para o Hostel Milhouse Avenue, fica na Av. de Mayo (que eles falam "masho" descobrimos depois), perto da 9 de Julio (que eles fala "chulio"), á esquerda o Obelisco e à direita a Casa Rosada, ou algo assim, sou péssima de localização, não sei como não me perdi!
Ficar no centro tem as suas vantagens, pegamos pouco táxi, ônibus só para La Boca e os parques de Palermo, mas outros pontos turísticos fizemos a pé, o camiñando...rs
Mas também tem desvantagens como: um café meia boca = 19 pesos, roupas caras (a Florida é bem carinha, meio que me decepcionei), mendigos e trombadinhas (pensou que isso era um diferencial brasileiro?), trânsito caótico, vimos acidente e quase fomos atropeladas, e poluição, gente não existe fiscalização de carro lá?
Nossos amigos americanos, que estavam há um mês em Santiago, disseram que o ar lá é ainda mais poluído, e a gente reclamando de São Paulo!
O voo da volta foi tranquilo e rápido, eu acho...Porque eu desmaiei de cansaço!
Fotinho de um prédio da cidade, simpático demais e olha a bandeira! Bem que no Brasil poderíamos usar mais nossos símbolos e nos orgulhar de nosso país, ele é ruim má tá bão viu!
Marcadores:
argentina,
buenos aires,
comida,
dicas,
dinheiro,
guia juminako,
pesos,
real,
viagem
Assinar:
Postagens (Atom)


