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sexta-feira, 14 de junho de 2013
La América Del Sur
Muy Lindo!
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segunda-feira, 15 de abril de 2013
Livro: Into the Wild
Assisti a esse filme três anos atrás com o meu namoradinho sargitariano, como é característico a esse signo, ele adorava a película em questão, pelo simples fato de que ele também era doido para pegar a mochila e sair pelo mundo - característica recorrente aos meus namorados, mas fica para um próximo post - eu confesso que gostei de quase todo o filme, mas não sei se foi o ator, a presença da menina do Crepúsculo, ou se foi o fato de que viver sozinho era sonho da minha paixonite, só que não gostei de como ele via as relações humanas.
E achei que era o filme dirigido pelo Sean Pean que não era tão legal.
E os anos passaram, esqueci do Chris McCandless e do namoradinho, que decidiu voltar para a cidade dos pais, segui a vida.
Até que, de presente de aniversário, ganhei um livro em inglês contando a história do aventureiro pela pessoa mais obcecada que poderíamos conhecer, o jornalista Jon Krakauer, que também foi um aventureiro em sua juventude e pode explicar com diversas opções o que aconteceu com o Alexander Supertramp ( seu apelido/alterego) - engraçado, os dois nomes usados por ele são fortes candidatos a virarem nome do meu filho - e ele faz o trabalho tão bem que eu passei a compreender Chris, não sei se chego a admirar, mas o seu fim idiota não me soa mais tão idiota.
O que percebi dele: um jovem muito inteligente, altruísta, consciente dos problemas sociais, mas sem saber por onde começar ajudando, no livro dá para entender porque ele tinha raiva do pai e porque não queria se relacionar com as pessoas. O autor até discute a possibilidade de ele ser gay, mas nega mostrando exemplos de ídolos dele que pregavam o celibato.
Ele foi um "eremita" no século e lugar errado. A maior frustração de espíritos aventureiros e solitários é não existir mais lugares inexplorados, por mais que se metam no meio do Alaska, no cafundó da Floresta Amazônica, alguém já fez isso, deve ser bem frustrante ter um sonho desses, eu acho.
Aparentemente a última frase que ele escreveu em um dos livros que levou para a trilha no Alaska:
"Happiness, only real when shared"
Virou mantra de muitas pessoas e talvez mostre que ele estava pronto para voltar a viver em sociedade. Eu fiquei meio chateada que ele não "voltou para contar", mas sabe, às vezes o mito tem mais força se ele não está aqui para se mostrar com suas falhas, o exemplo dele é mais forte, pois passa das pessoas que o conheceram e de suas anotações.
Como é fácil ficar um pouco obsessivo pela história dele, a internet tem sites com relatos da família, fotos e fatos para alimentar um pouco mais essa vontade.
http://www.christophermccandless.info/
Nesse site os espíritos aventureiros podem mandar suas histórias para serem publicadas, tenho medo de olhar e encontrar alguém conhecido.
E achei que era o filme dirigido pelo Sean Pean que não era tão legal.
E os anos passaram, esqueci do Chris McCandless e do namoradinho, que decidiu voltar para a cidade dos pais, segui a vida.
Até que, de presente de aniversário, ganhei um livro em inglês contando a história do aventureiro pela pessoa mais obcecada que poderíamos conhecer, o jornalista Jon Krakauer, que também foi um aventureiro em sua juventude e pode explicar com diversas opções o que aconteceu com o Alexander Supertramp ( seu apelido/alterego) - engraçado, os dois nomes usados por ele são fortes candidatos a virarem nome do meu filho - e ele faz o trabalho tão bem que eu passei a compreender Chris, não sei se chego a admirar, mas o seu fim idiota não me soa mais tão idiota.
O que percebi dele: um jovem muito inteligente, altruísta, consciente dos problemas sociais, mas sem saber por onde começar ajudando, no livro dá para entender porque ele tinha raiva do pai e porque não queria se relacionar com as pessoas. O autor até discute a possibilidade de ele ser gay, mas nega mostrando exemplos de ídolos dele que pregavam o celibato.
Ele foi um "eremita" no século e lugar errado. A maior frustração de espíritos aventureiros e solitários é não existir mais lugares inexplorados, por mais que se metam no meio do Alaska, no cafundó da Floresta Amazônica, alguém já fez isso, deve ser bem frustrante ter um sonho desses, eu acho.
Aparentemente a última frase que ele escreveu em um dos livros que levou para a trilha no Alaska:
"Happiness, only real when shared"
Virou mantra de muitas pessoas e talvez mostre que ele estava pronto para voltar a viver em sociedade. Eu fiquei meio chateada que ele não "voltou para contar", mas sabe, às vezes o mito tem mais força se ele não está aqui para se mostrar com suas falhas, o exemplo dele é mais forte, pois passa das pessoas que o conheceram e de suas anotações.
Como é fácil ficar um pouco obsessivo pela história dele, a internet tem sites com relatos da família, fotos e fatos para alimentar um pouco mais essa vontade.
http://www.christophermccandless.info/
Nesse site os espíritos aventureiros podem mandar suas histórias para serem publicadas, tenho medo de olhar e encontrar alguém conhecido.
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domingo, 24 de março de 2013
Sábado Cultural- Dois lançamentos de livro e um lindo presente de aniversário
Incrível como tudo acontece no mesmo dia, você tem que se desdobrar para dar conta de tudo, mas é muito bom!
O sábado começou cedo, às onze horas fui ao lançamento da tradução que minhas professoras da USP fizeram para Makura no Sôshi, "O Livro do Travesseiro" de Sei Shônagon, foi um super projeto que levou mais de dez anos para ser concluído, é um diário escrito em japonês clássico do século X e fala de costumes da época, moda, de uma forma leve e deliciosa:
"É a porta de entrada mais certeira para o universo de costumes, valores e atitudes mentais que moldam, até hoje, a base de vida no Japão.
Com cerca de trezentos textos curtos, que podem ir de algumas páginas a uma única linha, e que podem ser lidos em sequência ou com a liberdade do acaso, o livro compõe um belo inventário da cultura do Japão feudal, vista pelo olhar poético de uma grande escritora."
O sábado começou cedo, às onze horas fui ao lançamento da tradução que minhas professoras da USP fizeram para Makura no Sôshi, "O Livro do Travesseiro" de Sei Shônagon, foi um super projeto que levou mais de dez anos para ser concluído, é um diário escrito em japonês clássico do século X e fala de costumes da época, moda, de uma forma leve e deliciosa:
"É a porta de entrada mais certeira para o universo de costumes, valores e atitudes mentais que moldam, até hoje, a base de vida no Japão.
Com cerca de trezentos textos curtos, que podem ir de algumas páginas a uma única linha, e que podem ser lidos em sequência ou com a liberdade do acaso, o livro compõe um belo inventário da cultura do Japão feudal, vista pelo olhar poético de uma grande escritora."
O evento aconteceu na livraria Martins Fontes da Avenida Paulista e eu fui para prestigiar as senseis e encontrar meus colegas, também para conferir como ficou o trabalho, uma linda obra, na capa e conteúdo!
Tradução de Geny Wakisaka, Junko Ota, Lica Hashimoto, Luiza Nana Yoshida e Madalena Hashimoto Cordaro
616 p. | 16 x 23 cm | ISBN 978-85-7326-515-6 | 2013 - 1ª edição (Acordo Ortográfico) | R$ 78,00
616 p. | 16 x 23 cm | ISBN 978-85-7326-515-6 | 2013 - 1ª edição (Acordo Ortográfico) | R$ 78,00
Tirei foto com a Lica Hashimoto, tradutora para o português do livro 1Q84, aquele pequenino do Haruki Murakami e com a minha senpai Olívia Yumi, senpai é mais do que o seu veterano, é aquela pessoa que te inspirou na faculdade e te ajudou mesmo nos estudos, descobri que ela é senpai de mais um monte de gente! Ciúmes! Elas ficaram brincando que eu ia postar no blog para a Gisele Bündchen ver, quem me dera.
Então encontrei a Ale para almoçarmos e papearmos sobre a turnê da banda Mind Flow, e ela me deu o Into the Wild!! Já comecei a ler.
Fomos então ao lançamento da editora Lote42 com o livro da Ju Cunha, Já Matei Por Menos, que eu comprei e é o próximo na fila!
O livro ficou muito lindo também, a ilustração da capa ficou impactante e o site também ficou ótimo.
O próximo produto que ela vai lançar são as Frases de Varal, como essa " 2003 Britney Spears Most Googled" e como eu dei a ideia, quero meus 10%, pode ser em frases impactantes!
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