quarta-feira, 17 de abril de 2013

A Quem a Carapuça Possa Servir

Quando terminei de ler o livro Já Matei Por Menos da repórter Juliana Cunha, essa foi a frase que ficou em minha cabeça, porque em alguns momentos senti que ela escrevera o texto para mim. Então a carapuça serviu terrivelmente!
Capa bafônica de Laurindo Feliciano

Primeiro sobre a obra, é uma coletânea de textos retirados do blog de mesmo nome que a autora mantém desde 2007 e com milhares de seguidores- ou seriam trinta? - onde ela escreve a sua opinião sobre os mais variados temas em um estilo que pode ser classificado como direto, sincero, mas que eu gosto de comparar com uma balinha azeda, você vê o título e espera, lá vem chumbo, mas acaba concordando, ou discordando, é azedinho, mas dá vontade da próxima, ou do próximo. 



Ela veio de Salvador para São Paulo e fala bastante dessas duas cidades em seus textos/post, em um, intitulado Cuspindo no Prato, ela conta da visão dos paulistanos, que a cercam, sobre o mundo. Que paulistanos a parabenizam por quase não ter sotaque, eu achei engraçado, porque o que é não ter sotaque? Eu tenho um carregadíssimo de imigrantes italianos-feat-nisseis da saúde, que não acreditam que tenha brancos na Bahia, bom acho que o pessoal alto nível precisa estudar um pouquinho mais de história, sobre os estados do nordeste, bom nem do centro-oeste eu sei, se isso justifica, e sobre a USP ser a melhor de São Paulo, bom, eu não sei, considero a melhor do Brasil. Todo este parágrafo para justificar, a carapuça serviu.

Outro texto que adoro é um que fala dos prazeres de gorda e os prazeres de magra, ri muito este fim de semana quando fui à C&A provar o trench coat cereja da Isabella Giobbi, ficou parecendo uma capa de bujão de gás, isso quer dizer, não tenho prazeres de magra " o prazer de entrar num provador sem chorar por culpa daquela luz cruel dos provadores".

A Juliana Cunha é uma fofinha (não me odeie por isso), conheci graças ao gmail, antes ainda dela se mudar para minha terrinha, nos vimos pessoalmente poucas vezes e ela está me devendo uma pizza, que não deve sair, coisa de paulistano, acho que ela já está aprendendo o esquema!

Você pode comprar a versão impressa do livro na loja da Lote42:  http://lote42.tanlup.com/ autografado pela autora.

Não está no livro mas é um trecho que adoro: http://julianacunha.com/blog/2010/06/15/seda-strikes-again/

Com o meu exemplar lindo

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Livro: Into the Wild

Assisti a esse filme três anos atrás com o meu namoradinho sargitariano, como é característico a esse signo, ele adorava a película em questão, pelo simples fato de que ele também era doido para pegar a mochila e sair pelo mundo - característica recorrente aos meus namorados, mas fica para um próximo post - eu confesso que gostei de quase todo o filme, mas não sei se foi o ator, a presença da menina do Crepúsculo, ou se foi o fato de que viver sozinho era sonho da minha paixonite, só que não gostei de como ele via as relações humanas.
E achei que era o filme dirigido pelo Sean Pean que não era tão legal.
E os anos passaram, esqueci do Chris McCandless e do namoradinho, que decidiu voltar para a cidade dos pais, segui a vida.
Até que, de presente de aniversário, ganhei um livro em inglês contando a história do aventureiro pela pessoa mais obcecada que poderíamos conhecer, o jornalista Jon Krakauer, que também foi um aventureiro em sua juventude e pode explicar com diversas opções o que aconteceu com o Alexander Supertramp ( seu apelido/alterego) - engraçado, os dois nomes usados por ele são fortes candidatos a virarem nome do meu filho - e ele faz o trabalho tão bem que eu passei a compreender Chris, não sei se chego a admirar, mas o seu fim idiota não me soa mais tão idiota.


O que percebi dele: um jovem muito inteligente, altruísta, consciente dos problemas sociais, mas sem saber por onde começar ajudando, no livro dá para entender porque ele tinha raiva do pai e porque não queria se relacionar com as pessoas. O autor até discute a possibilidade de ele ser gay, mas nega mostrando exemplos de ídolos dele que pregavam o celibato.
Ele foi um "eremita" no século e lugar errado. A maior frustração de espíritos aventureiros e solitários é não existir mais lugares inexplorados, por mais que se metam no meio do Alaska, no cafundó da Floresta Amazônica, alguém já fez isso, deve ser bem frustrante ter um sonho desses, eu acho.
Aparentemente a última frase que ele escreveu em um dos livros que levou para a trilha no Alaska:
"Happiness, only real when shared"

Virou mantra de muitas pessoas e talvez mostre que ele estava pronto para voltar a viver em sociedade. Eu fiquei meio chateada que ele não "voltou para contar", mas sabe, às vezes o mito tem mais força se ele não está aqui para se mostrar com suas falhas, o exemplo dele é mais forte, pois passa das pessoas que o conheceram e de suas anotações.



Como é fácil ficar um pouco obsessivo pela história dele, a internet tem sites com relatos da família, fotos e fatos para alimentar um pouco mais essa vontade.
http://www.christophermccandless.info/
Nesse site os espíritos aventureiros podem mandar suas histórias para serem publicadas, tenho medo de olhar e encontrar alguém conhecido.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Sonhos de Bicicleta

Porque ando sonhando loucamente com um lugar onde possa andar de bicicleta tranquilamente.


Romance

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Looks escolhidos Isabella Giobbi

E as fotos do lançamento ontem!
Eu amei as saias de couro, mas assumo que não ficam bem para mim, tenho muito quadril, mas gostei das cores mesmo assim.
Agora o vestido preto, ficou lindo! Minha cara.




a controversa bota de franjas!

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Isabella Giobbi para C&A

O Preview é esta quinta e na sexta-feira todo mundo pode comprar, está é uma das parcerias mais esperadas por mim, estou tentando ficar um pouco menos (sic) teen!

A melhor parte é rever os amigos enquanto experimenta roupas legais.


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